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Alguns testemunhos da família Samarah

Nossa, são tantas coisas para falar que eu nem sei por onde começar. Esse Colégio foi minha casa por 15 anos e eu lembro direitinho de cada emoção que eu passei, de cada mordidinha que levava na bochecha. De cada lição de casa que eu fazia, de cada lição que esta escola passava para vida. Vou contar um segredo: Um dia antes da minha formatura do terceiro ano do Ensino Médio eu fiquei à noite toda chorando porque não queria sair dessa escola.
Mas ao passarem os anos percebi que eu saí do Samarah, mas o Samarah não saiu de mim. Até hoje ecoa na minha cabeça a frase "Fazer o bem não se olha a quem e até hoje eu faço isso.
Estou muito feliz de ter passado grande parte da minha vida no Samarah e foi essa escola que me formou como um homem de caráter, como uma pessoa boa e esforçada. E para mim o Samarah nunca foi somente uma escola e sim uma Família.

Caio do Augusto dos Santos Bahia
Ex-aluno do Colégio Samarah - 1998 à 2013

Antes mesmo do Samarah, fui aluna do M.A.G, que foi a minha primeira escola. E posso afirmar que isso teve um papel fundamental na minha formação como cidadã, porque desde cedo eram me ensinado valores que eu levarei para o resto da vida, sendo o principal deles a amizade verdadeira.
Agradeço por todos os anos vividos nesta grande família que é o Samarah e por todas as experiências inesquesíveis. Tenho orgulho de ter feito parte dessa história! E que venham mais muitos e muitos anos.

Vanessa Rodrigues Soares
Ex-aluna do Colégio Samarah - 2001 à 2012

Não há nenhuma parte de mim que não se envolva com a história do Samarah o que se inicia comigo bem pequena e a procura da minha mãe por uma escola ideal. Minha primeira ida para uma escola foi ruim e deu para ela o primeiro principio de criação
de nossa escola: a transparência e a verdade: assim surgiu a M.A.G com seus primeiros alunos, eu e o Tcho.
Além de ser um ambiente totalmente familiar, pois a escola era uma extenção da nossa própria casa, as histórias que compartilhamos e os amigos que ainda temos daquele tempo continuam a nos cercar. Na M.A.G. fui alfabetizada e aprendi o quanto é importante colocar a palavra carinho na frente de tudo o que faço.
A formação no Grupo Infantil e a mudança para uma nova escola foi necessário, não ter a continuação dos ciclos gerava não só em mim, mas nos demais alunos uma tristeza grande. Quando estava na 4a série surgiu o Samarah e estava eu retomando ao meu porto
seguro, um lugar que me faz bem, sem olhar a quem , e você que é aluno Samarense sabe o que é isso! Isso é parte da nossa oração, parte de nós.
Prossegui meus estudos, no período da manhã e no período da tarde me dedicava em auxiliara turminha do Maternal, confesso que pedia a Deus que uma professora não pudesse ir a escola para estar com a turma só para mim. Logo que conclui o
Magistério só conseguia pensar em ter uma turminha, insisti tanto nisso que meus pedidos foram atendidos e logo estava eu na sala de aula, o lugar que mais amo estar entre todos os lugares do mundo. Foram 8 turmas de Maternal e vera minha primeira turma
no 1° ano ano do Ensino Médio não tem preço, ouvir um Tia Gabi quando entro na escola enche minha alma.
Ver a escola crescendo e precisando de mim na Coordenação foi outro desafio, que estou agarrando e partilhando. Agradeço a Deus pela família maravilhosa, por toda a equipe Samarense e por todas famílias que compartilham conosco suas vidas.
Educar é sobretudo se permitir aprender, obrigada por permitirem que eu aprenda com vocês diariamente!

Gabriela Franceschinelli
Ex-aluna e Coordenadora do Grupo Infantil dos Colégios Samarah

O Colégio Samarah é, e sempre será, sinónimo de algo fundamental em minha vida: família. Quando eu ingressei, com 5 anos, em 1999, ele ainda se chamava Escola M.A.G, uma referência a mulher batalhadora e humana que o criou.
Hoje, com 21 anos e formada em jornalismo, lembro como se fosse ontem o dia em que saí com meus pais para visitar aquela que seria minha primeira escola. Fiquei encantada com o espaço, com a Tia Margarete e sua filha Tati, que brincou comigo na piscina de botinhas com a maior alegria do mundo. Ao sair de lá, tudo que soube dizer era por favor, mãe, quero estudar aqui."
Primeira semana de aula e eu já estava cheia de planos. Com a cabecinha a mil e ansiosa para aprender, fui correndo falar para a Tia Margarete eu ainda não aprendi a ler e escrever. Rindo, ela respondeu que logo eu iria aprender,mas tinha que ter paciência. Mal sabia que encontraria pela frente: a famosa "Folha Sagrada" com as letras do alfabeto e suas combinações; mestres do saber que me guiaram nessa fase tão importante e com muito carinho, cadernos de caligrafia para deixar a bonita (nada de garranchos) e muito amor envolvido
daquele lugar mais que especial.
Tia Margarete também é sinónimo de mãe, pois é com esse carinho que ela trata cada uma das crianças que passam por ela. Parece que ainda posso ouvi-la falar para os meninos "Não faz isso com o uniforme, foi caro para a sua mamãe pagar, sabia?". E para as meninas "Todas tem cadernos lindos, não precisam brigar para ver quem tem o mais bonito". Muito mais que simples diretora, ela nos passou valores para a vida toda. Quem abriria as portas da sua própria casa para que tivéssemos aulas de
Educação Física, nadar na piscina ou ainda jogar na quadra de esportes?
A primeira coisa que fazíamos antes de subir para as salas de aula era rezar, todos em fila e com a mãozinha no coração. As aulas de ballet são inesquecíveis, que fizeram aflorar em mim a paixão pela dança. E como esquecer das Feiras Culturais? Mesmo sem saber ler ainda, tínhamos que decorar nossas falas em casa (com a ajuda dos pais) para saber tudo na ponta da língua no dia da apresentação. Independência do Brasil era a data que marchávamos pela rua e cantávamos o Hino Nacional. Festa Junina era dia de brincadeiras e muita dança. Adivinhem onde passei a primeira noite fora de casa? No tradicional acantonamento do colégio, é claro. Duas figuras importantes eram a Gabi e o Denis, mais conhecido como Tchozinho, sempre
presentes ajudando a família e brincando com a gente.
Me despedir, em 2004, foi uma das coisas mais difíceis que já fiz. Eu e meus colegas não queríamos deixar toda aquela história para trás e seguir o Ensino Fundamental II em outro lugar, porque na época o Samarah ia até a quarta série. Mas sempre carreguei em meu coração todos os ensinamentos e valores que aprendi com essas pessoas maravilhosas. Essa foi a base para me tornar quem sou hoje, com muita honra e orgulho.
Tudo o que tenho a dizer é muito obrigada por me acolherem nesta família e parabenizar pelos 25 anos de história e tradição conquistados com tanta dedicação e trabalho.

Amanda Matos Carbonera
Ex-aluna do Colégio Samarah - 1999 à 2004

Não tenho como descrever a minha gratidão a família Samarah por toda dedicação, amor, carinho e atenção que durante esses dez anos ofereceu a minha maior relíquia, meu filho. Nunca vou esquecer as palavras de confiança, ditas pela Margarete e pela Tatiana, enquanto eu já não confiava mais.
Vocês não são uma escola, uma instituição com fins lucrativos, vocês são reais educadores, que amam o que fazem e o faz muito bem feito. O mérito da aprovação do Vítor, no ITB, não é só dele. É de todos vocês e de todo o carinho que tem por ele. Margarete obrigada por acreditar, Tati obrigada pela amor de mãe, Gabi, obrigada pelas conversar e risadas, Tcho, obrigada pela paciência e Edson, obrigada por ser muito mais que o tio da perua., por ter sido um amigo.
E o que falar do corpo docente? Só posso agradecer por terem sido educadores, mestres no ensinar para a vida. Tenho certeza que meu filho é um ser muito melhor por ter tido a sorte de conhecer e conviver com vocês. Em especial a Marlene, Natali e ao André de História que conseguiu cativar o meu "homenzinho de gelo"
Quero deixar aqui minha eterna gratidão, respeito e carinho à todos. MUITO OBRIGADA, QUE DEUS OS ABENÇOEM INFINITAMENTE.

Alessandra Ribeiro Cosi
Mãe do ex- aluno do Colégio Samarah Vitor Leonardo Ribeiro Cosi - 2005 à 2015

25 anos de prazer, amor e dedicação, e acima de tudo, por , acreditar que sem EDUCAÇÃO não podemos metamorfosear um
ser... Saber e respeitar sempre a excelência de cada indivíduo... Fazer uma ESCOLA da qual eu acredito com sins e nãos. E ter
consciência de que a verdade deve imperar.
Nestes 25 anos como diretora , ou poderia dizer genitora, não deixaria de agradecer a ELE, aos pais que me entregam o seu bem maior, àqueles que me rodeiam e aos meus filhos!!!
Todos são responsáveis pelos seus atos e atitudes, mas somente o AMOR fará você ser digno do seu ser.

Margarete Franceschinelli
Diretora dos Colégios Samarah

Entrei no Colégio Samarah na primeira série, e fiquei até a quarta série. Eu não sabia escrever manuscrito como os demais alunos, mas com muita dedicação da minha professora consegui alcançar o restante da turma.
Hoje meus dois filhos estudam no Samarah : o Guilherme e o Gustavo. O Colégio é uma família muito acolhedora, e os nossos meninos adoram a escola e os professores. Parabéns ao Colégio que faz parte da nossa história.

Thiago Teruel
Ex-Aluno e Pai de aluno dos Colégios Samarah

Minha história com o Colégio Samarah começou em 1994 quando meus pais encontraram a M.A.G., foi ali que aprendi a ler, escrever e fazer contas, claro... dancei em apresentações e Festas Juninas, fui professora e rainha em peças de teatro... Fiz amizades que duram até hoje, e tive uma excelente professora, Dona Margarete, com quem hoje tenho o privilégio de trabalhar e continuar a aprender!
Quando cheguei para a entrevista no atual Colégio Samarah em 2014 não imaginava que estaria voltando para a 'minha' escola, e hoje ensino e aprendo aqui.

Patrícia Galindo Rodrigues Vieira
Ex-Aluna e Atual Professora no Colégio Samarah

Nestes 25 anos de Colégio Samarah, de família Só tenho a agradecer tudo que aprendi e continuo aprendendo com essas crianças e adolescentes maravilhosos que convivo.

Lembrar das histórias... E como tenho lembranças... São momentos únicos que nunca terão fim e jamais conseguiremos transmitir em um papel.

Obrigada por cada "Tia Tati" pronunciado, eles com certeza são a razão de que segui pelo caminho correto.

Nossos laços sempre serão os do coração. Amo todos que já passaram por aqui e os que aqui estão!!!

Tatiana Franceschinelli
Coordenadora do E.F.I dos Colégios Samarah

É estranho começar um texto deste porte, pois teria que começar com um comecei na escola... , mas na verdade comecei junto com a Escola. Tinha dois anos, quando parte da minha casa havia sido transformada em uma sala de estudos. Foi assim, a sala de estar de casa, havia sido transformada em uma ESCOLA ! Éramos em 06 alunos: eu, minha irmã, dois amigos e dois primos. No ano seguinte, a sala de estudos cresceu e mais amigos chegaram... Foi muito bom!
Estudei na escola da minha mãe até o antigo pré . Saí da escola lendo e escrevendo tudo. Hoje, faço parte do corpo gestor do Colégio e quando organizo alguma formatura lembro exatamente da minha... A Escola forma os alunos no mesmo anfiteatro que me formei; vocês conseguem imaginar como é fascinante poder fazer parte disto? Acredito que sim!!!! Bom, tivemos algo que mudou para melhor. Quando participava dos teatros, e fazia questão de participar de todos, mesmo com a vergonha de entrar no palco, apresentávamos neste mesmo lugar e hoje tomamos proporções maiores, o que para mim é fantástico. Ah! Tem uma coisa que nunca contei a ninguém e digo aqui, me formei no pré e depois na 4ª série, pois graças a ampliação do Colégio, pude estudar em parte deste Ciclo também. Nas minhas formaturas minha mãe sempre dizia: “Aluno Denis, meu filho, meu TUCO! Isso me deixava com uma vergonha tremenda....
Vamos pular agora uns 10 anos; Formei-me professor de Matemática. Comecei a dar aula para alunos de 5°. ao 9°. ano na escola que um dia fui aluno, outro fato fascinante ao meu ver. A minha primeira turma de C.M. (Complementos da Matemática) do 5°. ano era muito divertida. Além de inteligentes, eram amorosos. Nos completávamos ali, naqueles 50, ou as vezes, 100 minutos que ficávamos juntos. Acreditem se quiserem, quando chegava nesta sala estava em minha mesa, maçãs. Como no seriado do Chaves!!! (risos). Em 2015 esta adorável turma se formou. Conseguem perceber a quanto tempo faço parte de tudo isso??? Sinto pelos meus alunos, um carinho, não de pai, mas um carinho como se cada um fizesse parte da minha inexplicável, mas , como sensitivo se eles ao meu fizessem entendimento diferença . a Este na é minha um privilégio , algo de poucos, poder trabalhar naquilo que gosto, com pessoas que gosto e estar em um ambiente onde me sinto bem, para poder executar tudo aquilo que acredito ser o melhor para o Ser Humano que está em minhas mãos.
A frase de Ayrton Senna diz: Eu não tenho ídolos. Tenho admiração por trabalho, dedicação e competência. Os 25 anos de Colégio Samarah está
atrelado a TRABALHO, DEDICAÇÃO E COMPETÊNCIA.
Peço sempre a Deus para que possa continuar fazendo essa diferença por muitos e muitos anos...

Denis Franceschinelli
Ex-aluno e Orientador do E.F.II e Ensino Médio